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All IPCC definitions taken from Climate Change 2007: The Physical Science Basis. Working Group I Contribution to the Fourth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change, Annex I, Glossary, pp. 941-954. Cambridge University Press.

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Anunciando o Manual da Incerteza

Você já teve dificuldades em falar sobre as incertezas das mudanças climáticas? Você fica frustrado com os céticos do clima que usam essas incertezas - inerentes a qualquer área da ciência - como uma justificativa para adiar as ações políticas? Então, o novo ‘Manual da Incerteza' - uma colaboração entre a Universidade de Bristol e o Climate Outreach (antigo COIN) – foi feito para você. O manual é de autoria do Dr. Adam Canto (Climate Outreach), Professor Stephan Lewandowsky (Universidade de Bristol), Dra. Mary Phillips (Universidade de Bristol) e Olga Roberts (Climate Outreach). Todos são especialistas em seus campos de atuação, com experiência sobre o papel das incertezas nas mudanças climáticas ou como comunicá-las da melhor forma.

A tradução para o português foi feita por Alexandre Lacerda, Claudia Groposo e Luciano Marquetto.

Em poucas páginas e com técnicas fáceis e práticas de aplicar, o Manual extrai a essência dos resultados mais importantes de pesquisas na área e dos conselhos de especialistas em comunicação de incertezas, fornecendo a cientistas, legisladores e ativistas as ferramentas que eles precisam para se comunicar de forma mais eficaz com relação às mudanças climáticas. Faça o download do manual aqui, e veja os 12 princípios para uma comunicação mais eficaz das incertezas nas mudanças climáticas.

1. Controlando as expectativas da plateia

As pessoas esperam que a ciência lhes dê 'respostas absolutas’, enquanto que, na realidade, a ciência é uma forma de fazer perguntas sobre o mundo. Sendo assim, gerencie as expectativas do público, e valha-se de analogias com a "vida cotidiana" para que as pessoas possam perceber que as incertezas estão em toda parte - não apenas na ciência do clima.

2. Comece pelo que você sabe, não pelo que não sabe

Demasiadas vezes, os comunicadores dão as advertências antes da mensagem principal. Em muitas questões fundamentais - como 'os seres humanos estão causando as mudanças no clima?’ e ‘causaremos mudanças sem precedentes ao nosso clima se não reduzirmos a quantidade de carbono que queimamos?’ - a ciência está efetivamente estabelecida.

3. Seja claro a respeito do consenso científico

Passar uma mensagem clara e consistente sobre o consenso científico é importante, pois influencia se as pessoas veem as alterações climáticas como um problema que requer uma resposta urgente da sociedade ou não. Use gráficos claros, como os gráficos de pizza, use um "mensageiro" confiável para comunicar o consenso, e tente achar uma ligação entre os valores de seu público-alvo e os da pessoa que irá comunicar a mensagem de consenso.

4. Troque 'incerteza' por 'risco'

A maioria das pessoas está acostumada a lidar com a ideia de "risco". Essa é a linguagem da área de seguros, de saúde e de segurança pública. Portanto, para muitas plateias - como políticos, dirigentes de empresas ou militares - falar a respeito dos riscos das mudanças climáticas é, provavelmente, mais eficaz do que falar a respeito de incertezas.

5. Seja claro com relação a que tipo de incerteza você está se referindo

Uma estratégia comum dos céticos é confundir e misturar intencionalmente diferentes tipos de incertezas. Por isso, é fundamental ser claro com relação ao tipo de incerteza que você está se referindo - causas, impactos, políticas ou soluções - e adotar uma linguagem apropriada para cada um.

6. Entenda o que está por trás da visão do público sobre as mudanças climáticas

A incerteza sobre as mudanças climáticas é maior entre as pessoas com uma visão política de direita. No entanto, um número cada vez maior de pesquisas apontam caminhos para a comunicação das mudanças climáticas sem ameaçar as convicções dos sistemas conservadores, ou que usam uma linguagem que se sintoniza melhor com os valores da centro-direita.

7. A questão mais importante sobre os impactos climáticos é ‘quando’, não ‘se’

As previsões para as mudanças climáticas são, geralmente, comunicadas usando um formato padrão de ‘resultado incerto’. Assim, uma premissa pode ser colocada dessa forma: que o nível dos mares irá subir “entre 25 e 68 cm, com uma média de 50 cm, em 2072”. Mas inverta a declaração — usando um ‘tempo indeterminado’ — e, de repente, ficará claro que a questão é ‘quando’ e não ‘se’ o nível do mar vai aumentar em 50 cm: “O nível do mar vai aumentar em pelo menos 50 cm, e isso irá ocorrer em algum momento entre 2060 e 2093.”

8. Comunique-se através de imagens e histórias

A maioria das pessoas entende o mundo através de histórias e imagens, e não através de listas de números, termos probabilísticos, ou gráficos técnicos, portanto, encontrar formas de traduzir e interpretar a linguagem técnica dos relatórios científicos em algo mais atraente é crucial. Um artista visual pode capturar o conceito do aumento do nível do mar melhor do que qualquer gráfico, e ainda assim ser factualmente preciso se ele utilizar as projeções científicas para embasar seu trabalho.

9. Destaque o lado ‘positivo’ da incerteza

Pesquisas demonstraram que a incerteza não é, necessariamente, uma barreira inevitável para a ação, desde que os comunicadores centralizem as mensagens sobre o clima de uma forma que desperte precaução frente à incerteza. Uma perspectiva positiva das informações incertas poderia indicar que as perdas podem não acontecer caso ações preventivas sejam tomadas.

10. Comunique os impactos climáticos de forma efetiva

A questão ‘este evento foi causado pelas mudanças climáticas?’ é inapropriada. Quando alguém está com seu sistema imunológico enfraquecido, fica mais suscetível a uma variedade de doenças, e ninguém pergunta se cada uma dessas doenças foi causada pelo sistema imunológico enfraquecido. A mesma lógica se aplica às mudanças climáticas e aos eventos meteorológicos extremos: eles se tornam mais prováveis e mais severos, por causa das mudanças climáticas.

11. Tenha uma conversa, não uma discussão

Apesar da atenção desproporcional dada pela mídia aos chamados “céticos”, a maioria das pessoas simplesmente não fala ou pensa tanto assim sobre as mudanças climáticas. Isso significa que o simples fato de se ter uma conversa sobre as mudanças climáticas — não uma discussão ou a repetição incessante de uma única frase — pode ser um método poderoso para envolver o público.

12. Conte uma história humanizada, não uma científica

A quantidade de dióxido de carbono que for emitida nos próximos 50 anos determinará a extensão das mudanças no nosso clima. Então, o que escolhermos fazer — e o quão rápido conseguiremos fomentar a força de vontade coletiva para fazer isso — é uma incerteza que suplanta todas as outras.

Translation by Luciano Marquetto. View original English version.



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